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Gestão de ativos de TI: pare de perder o controle dos equipamentos, licenças e acessos

Se a sua gestão de ativos de TI hoje é uma planilha que ninguém atualiza (ou nem isso), você está pagando por coisa que não usa e só descobre o problema quando alguém pede uma máquina. Eu organizo isso: junto tudo — equipamentos, licenças, acessos — num inventário limpo que você abre e entende, sem depender de mim pra ler.

O tipo de coisa que dá pra montar: uma tela única onde você vê cada equipamento (quem está com ele, quando foi comprado, quando vence a garantia), cada licença de software com o custo mensal ao lado, e um alerta quando algo está pago mas ninguém usa há meses. Não é teoria — é o mesmo tipo de sistema que eu construí e coloquei no ar por conta própria: o Allocare organiza fornecedores e custos, o Listo rastreia preços, o Monei cuida de imposto sobre investimento. As mãos que fizeram esses fazem o controle de TI da sua empresa.

Minha empresa é pequena, tenho umas 10 máquinas. Vale a pena organizar isso?
Vale, e é justamente onde dói mais barato resolver. Com 10 máquinas dá pra cortar duas ou três licenças pagas e paradas e já pagar o trabalho. Quanto menor a empresa, mais cada despesa esquecida pesa — e mais rápido de organizar.
Preciso comprar um software caro de inventário pra isso funcionar?
Não. Eu começo pelo que resolve o seu problema no seu tamanho — pode ser algo enxuto feito sob medida pra você, sem contrato mensal de uma ferramenta gigante que você usaria 10%. Se um dia crescer, eu faço crescer junto. Sem promessa mágica de ferramenta.
Como começa? Já quero um orçamento fechado.
Começa por uma conversa curta, não por orçamento na marra. Eu preciso entender o tamanho da bagunça antes de dar preço — quantas máquinas, quantos softwares, quem mexe. Me chama no WhatsApp que eu faço esse diagnóstico primeiro, sem compromisso.

Vamos colocar seus ativos de TI no controle?

Me chama no WhatsApp e me conta a bagunça em duas linhas. Eu te digo o que dá pra organizar, por onde começar e quanto custa — sem enrolação e sem orçamento empurrado. O primeiro passo é um diagnóstico, não uma venda.

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